quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Wine bars viram mania em São Paulo com a ajuda de máquina italiana que vende a bebida em taças

Por Luciana Borges
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A ENOMATIC, MÁQUINA ITALIANA, VIROU A GRANDE ATRAÇÃO DOS WINE BARS
Você não precisa ser um expert em vinhos para aderir à onda de wine bars que invade São Paulo. As casas onde a carta de bebidas é exclusivamente dedicada aos vinhos e a drinques feitos com ele (esqueça as populares cervejas) se tornaram atração com a ajuda de um diferencial novo e irresistível: a máquina italiana Enomatic. Graças a ela é possível provar rótulos (e uvas) distintos servidos em taças sem consumir uma garrafa inteira. A máquina conserva o aroma e o sabor da bebida após aberta, pois mantém o liquido fora do contato com o oxigênio.
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“Sempre selecionamos vinhos de regiões ou países diferentes para colocar na máquina”, diz Clara Mei, 21 anos, a jovem sommerlière do Santovino Ristorante, endereço no bairro do Jardim Paulistano que é um dos recentes a apostar no gênero. Aberto na última semana de junho, foca no público “around 30´s”, o qual atrai com uma uma charmosa varanda, ideal para se passar a tarde bebericando.
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A VARANDA DO SANTOVINO, IDELA PARA DEGUSTAR UMA TAÇA DE TINTO OU DE BRANCO DURANTE A TARDE
As taças custam entre R$19 e R$26 cada, e há opções entre tintos e brancos. Podem ser acompanhadas por entradas de alma italiana, como a bruschetta de queijo brie (R$16 a porção com duas), boa pedida para combinar com o tempo frio. Se quiser esticar a degustação até o jantar, o menu completo traz massas tradicionais bem executadas, como o nhoque de batata com molho de tomate caseiro ou o espaguete à carbonara (ambos R$42).
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O CLIMA INTIMISTA DO DIVINE WINE BAR AJUDA NA HORA DA PAQUERA
Já o pequeno Divine Wine Bar funciona desde março em um porão nos Jardins. De clima intimista, virou point de paquera por conta de sua frequência jovem. Ao som de uma trilha sonora quase sempre eletrônica, o cliente pode escolher entre 50 rótulos de vinhos brancos, tintos, rosés e espumantes, vindos de adegas-boutique do mundo todo.

SERVIÇO
Santovino Ristorante – Al. Lorena, 1821
Divine Wine Bar – Al. Jaú, 1844 C


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“Hoje, no meu carro, só dá pagode. Me ajuda a entrar na energia da personagem”, diz Alinne Moraes em entrevista a Marie Claire

Por Redação Marie Claire com entrevista de Mayra Stachuk
Editora Globo
Alinne posou para Marie Claire pelas lentes de Fabio Bartelt e Fernando Torquatto
Confira o Making of do ensaio:
Ela tem 28 anos e é uma das jovens atrizes mais talentosas da TV brasileira. Tem sete novelas no currículo e nada menos do que cinco filmes até agora na carreira (os dois últimos, "Heleno" e "O homem do futuro", estreiam este ano). Uma das estrelas da atual macrossérie "O Astro", Alinne Moraes define cada um de seus papéis como “tatuagens que ficam marcadas para sempre”.
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Em bate-papo exclusivo para a edição de agosto de Marie Claire, a atriz abriu o jogo sobre as coisas que não vive sem - muitas delas as quais pouca gente sabe. Um exemplo? Alinne gosta de escrever e tem cadernos cheios de anotações e poesias. Também tem sua cidade preferida no mundo e um hobbie que herdou do pai.
Acompanhe aqui alguns trechos da entrevista:
"CADA TRABALHO É UMA TATUAGEM"
Apesar de garantir que procura, hoje, manter o máximo de distanciamento de suas personagens, Alinne conta que passou a ouvir pagode para interpretar Lilli, a manicure que foge do assédio do cunhado em "O Astro". "Hoje no meu carro só dá pagode (risos). Acho que me ajuda a entrar na energia da personagem", diz.
A dedicação vale a pena: "Amo o que faço. É quase sempre uma montanha-russa. Faço a minha parte e quando a montanha-russa deslancha, é uma loucura, uma adrenalina deliciosa", afirma a atriz. Mesmo assim, ela confessa que demora para se desligar de um papel, como aconteceu quando deixou de fazer a paraplégica Luciana, de "Viver a Vida": "Cada trabalho é uma tatuagem que vai ficar com a gente para sempre".
"AS PESSOAS QUE AMO E MEUS ANIMAIS"
Generosa, Alinne revela que sua lista de "pessoas que não poderia viver sem" é enorme. "Pode colocar tudo na mesma categoria: família, amigos, meu namorado [ela está há seis meses com o empresário Felipe Simão]. Minha família hoje é só minha mãe e eu, mas tenho amigos de toda a vida", diz. E há um bom espaço reservado para seus bichos nesse ranking especial: "Coloco, antes até do trabalho, os meus animais. É tão bom... Acho que 50% do stress do dia vai embora só de chegar em casa e ter a recepção deles. É quase uma terapia", afirma ela, que tem dois golden retrievers e dois gatos.
  arquivo pessoal
Alinne com a mãe, Ana Cecília, e o então padrasto, Décio; Alinne e sua inseparável câmera fotográfica; gato Gringo, e no metrô de Paris
"É DA MINHA NATUREZA REGISTRAR UM MOMENTO"
Entre as confissões sobre seu jeito de ser feitas a Marie Claire, Alinne contou que costuma escrever e tem diversos cadernos em casa com coisas que aconteceram ao longo da vida, além de pensamentos. "É da minha natureza registrar o que me tocou de forma diferente", diz. "Eu achava minhas poesias até um pouco infantis, mas duas músicas minhas estão sendo gravadas - uma delas pela Maria Gadú com o Daniel Chaudon, e outra só pelo Daniel".
A conversa terminou com Alinne Moraes contando qual é a sua cidade preferida no mundo - "Preciso ir a Paris pelo menos duas vezes por ano" - e revelando um hobbie que herdou do pai e se tornou um de seus passatempos preferidos. "Às vezes saio de casa e vou à praia especialmente para fotografar".  
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A viagem que faz uma imersão no mundo da perfumaria

Por Fernanda Allegretti
Caminhar pelos aromáticos campos de flores e plantas de Grasse. Conhecer a Osmotheque, um acervo histórico de aromas existentes desde o Império Romano. Assistir a uma aula no atelier de perfumaria do estilista Thierry Mugler. Essas são algumas das experiências proporcionadas pela viagem Rota do Perfume, que ocorrerá entre os dias 18 a 26 de outubro, e passará por Mônaco, Grasse e Paris. A guia será a expert Renata Aschar.
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Editora Globo
Ruelas de Grasse, o lugar perfeito para se saber mais sobre perfumes
Referência na área de perfumaria, Renata já se envolveu na criação de fragrâncias. Também é autora do livro "Brasilessencia: A cultura do Perfume" e curadora do Espaço Perfume Arte & História, em São Paulo, primeiro museu no Brasil dedicado ao tema. O pacote em apartamento duplo custa a partir de US$ 4.007 (já com o aéreo incluído, mas sem as taxas de embarque).
Para saber mais, ligue para (11) 8286-6902 ou escreve para marciosaad1@gmail.com.
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Ficar com homens (bem) mais novos exige cuidados?

Ah, claro que sim! Cuidados mil! Um milhão de cuidados! Mas até aí, moças, essa vida de viver ao lado de um homem, seja ele o juvenil 20 e poucos, o veterano de 30 e muitos ou o jubilado de 40 e todos, essa vida aí, ah, essa vida é zebra! Essa vida é russa! Essa vida aí, papaizinho… É dura.

Mas fosse ela só dura, fosse ela em riste como um churro, que alegria e que delícia, né mesmo? Cachoeira de prazer, meteoro de paixão. O ponto, meninas, é que a Gertrude não disse, mas eu digo: um homem é um homem é um homem.
Sim, sim! Trazemos nos genes 200 milhões de anos de neuroses e insegurança, todo um manual de problemas a dois. Um homem é equipado pra te decepcionar. A graça, pois, reside em justamente driblar o destino, a programação. Fazer a coisa valer a pena. Donde a idade do homem muda pouca coisa. No máximo, a tintura da confusão.
O JOVEM É O PAI DO VELHO
Tenho mesmo reparado que o coração de muitas mulheres anda em dias de matinê. Vocês estão cansadas, esgotadas, fartas desse novo cara de 35. E diga aí se a leitora não anda esbarrando em sujeitos assim: ensopados numa crise sem fim de machice…
Cadê o homem decidido? Cadê o homem que sabe o que quer, que vai bem na profissão, que tem aquele ciúme conquistador e guerreiro, que gosta de futebol e Faustão? Cadê aquele borracheiro que você adorava odiar? Cadê aquele cheiro de Selsun azul?
Garotas, a gente adora reclamar. Se há uma única coisa em que nós, homens, e vocês, moças, concordamos é nisto: reclamar. De tudo e de todos. Passar o Photoshop mental no passado é coisa nossa. Passar patê de lama no presente e no futuro, também.
Dito isso, vou à resposta: algumas de vocês, balzaquinhas, quase balzacas e pós-balzacas, respiram dias de Bovary, em dias de Karenina. A moral dessa história sendo: já que é pra ficar com um garoto, fico logo com um garoto.
A IDADE DO LOBINHO
Namorar um cara mais jovem vai te trazer toda outra classe de problemas. Quem arrisca um relacionamento em desacordo geracional encarará:
1) EM CASA: certo, tem todo tipo de jovem, mas em geral, garoto é pura energia. É aquele cara que aguenta jogar futebol três vezes por semana. É um homem que está aprendendo que a vida muda sem os supremos e doces serviços da mamãe. É um rapaz que vai exigir de você lições domésticas das mais básicas: lavar, passar, cozinhar.
2) NA CAMA: aí, em tese, é só vantagem. Mas será? Claro, ele vai oferecer um mastro cromadíssimo, sem ferrugens, pura fantasia. Esse mastro, pra dobrar, pra falhar, só a martelada. Portanto, a frequência, em tese (de novo), será maior. Mas tenho minhas dúvidas: não há homem que não se lembre das derrapadas sexuais que cometeu aos vinte e poucos: ritmo errado, muita afobação. A gente cresce e vai, cada vez mais, fixando a graça do sexo em não só jorrar alegria pelo teto e lençol, mas fazer com que você também jorre essa felicidade. Transar com um garotão não é necessariamente melhor: é só diferente. E ah, sim: se o seu cara é um fiasco na cama, se ele não te faz ver o arco íris de prazer, isso aí não é idade, é o cara.

3) DINHEIRO: questão delicada. Tá certo que tem moleque ganhando os tubos, mas desacordo monetário é um perigo. Você querendo aquele jantar a vinho e a carteira do moço só comportando um bolovo com sprite.
4) OS AMIGOS: um muxoxo quase certo entre o casal com RG elástico é na compatibilidade de turmas. Às vezes dá certo, mas em muitas outras, o grupo dele é a pura folia, a pura energia, a pura desatenção, enquanto o seu já deu a curva, quer ficar tranquilo, trocar ideias de coisas que só a idade permite;
5) GOSTOS: gosto se discute à beça quando se é casal. Outro ponto importante: os caras de hoje gostam de coisas que você e eu não fazemos muita noção. Uma geração que nasceu nos anos 90, nasceu com muita informação e pouca dedicação (claro, não são todos!). Mas é comum acontecer isso: passado os primeiros meses de sexo e alegria no parque (ah, e isso acontece também com casais formados por trintões), na hora em que a rotina e a vontade de ele escutar um trance e você, uma bossa, na hora em que isso se encontrar, vai voar louça na cozinha…
6) FIDELIDADE: ponto essencial. Quando uma mulher de 35 encontra um cara de 20, a diferença de fases da vida é muito grande. E perdoe a inconfidência e a obviedade, mas vou soltar as duas: existe o quase inevitável fator “moleque sexual”. Um cara de vinte anos dificilmente vai parar aí. Com 20, 25 anos, o sujeito ainda recebe uma pressão – dele mesmo e da condição de macho – de ainda precisa transar com pelo menos mais umas 300 mulheres (ele não vai transar nem com mais dez, mas acreditará até o fim que vai). Não esqueça que o conceito de nunca mais transar com outra garota é uma sombra pros homens de vinte e poucos… Sombra enorme.
UM ÚLTIMO PEDIDO

Moças, não abandonem os tiozões, os vovôs garotos, os papai moleques. Você logo terá saudade de um RG com a mesma tonalidade do seu. Evidente, os casais com diferença de idade são possíveis. São prováveis. No romance, tudo pode, tudo dá. Mas não pinte os homens com a tinta da geração. Ah, garotas. Certo é o Tolstoi. “Tem razão aquele que é feliz”. Eis a suprema imagem da alegria. Dois velhinhos, sentados no banquinho da praça, as carteiras de identidade à mão, comparando as plastificações roídas pelo tempo e pelas brigas a dois. Sim, pois sim. Amor sem furinho no plástico não é amor!
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http://colunas.marieclaire.globo.com/falecomele

Inchaço ao redor dos olhos: como suavizar o problema

Por Redação Marie Claire
Editora Globo
A formação de bolsas de gordura ao redor dos olhos é genética? Como previná-la ou amenizá-la? - Paula Guimarães, São Paulo (SP)
Sim, esta formação é genética. Se você tem casos assim na família, evite uma dieta com muito sal, que traz aumento da retenção hídrica e, por consequência, do inchaço. O excesso de álcool também é um fator agravante. Quando elas já se desenvolveram, invista em cremes à base de cafeína ou com DMAe, substância firmadora. Eles podem ser aplicados duas vezes ao dia e suavizam o problema.
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No consultório, minha indicação é fazer um tratamento com aparelhos específicos para a região das pálpebras, como o Titan. São necessárias três sessões, com intervalos mensais. Outra opção pode ser um preenchimento com ácido hialurônico nas pálpebras inferiores. Ambos os tratamentos têm resultados muito bons e podem eliminar de vez as bolsas de gordura.


Editora Globo

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